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Quietude - Uma virtude a conquistar

  • Foto do escritor: Márcia Figueiredo
    Márcia Figueiredo
  • 13 de fev. de 2024
  • 4 min de leitura



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Vivemos numa sociedade barulhenta. Somos metralhados todo o tempo com sons e imagens. A mídia, outdoors, revistas.

Nossa mente está em constante rebuliço tentando assimilar todas as informações que se apresentam.

Perdemos a noção do descanso da mente, descanso do corpo.

Possuímos inteligência divina. Nosso corpo repousa a noite, nossa mente precisa de intervalos, precisa respirar.


Tudo em nós precisa respirar e repousar. O corpo, a mente, nossas vísceras

Estamos preenchidos excessivamente.

Parece que ganhamos muito nessa nova era e perdemos nosso espaço natural.

Ninguém consegue analisar  uma situação, decidir, opinar, se não der a sua  mente e ao seu corpo o espaço para que isso aconteça.


Nosso estilo de vida atual nos “rouba” de nós mesmos.

Estamos exaustos e não nos percebemos disso.

Você conhece pessoas que dizem que vão parar tudo por algum tempo para poder tomar decisões? Afinal, somos realmente o senhor de nossa mente?

Existem muitas pessoas que já observaram a necessidade do encontro consigo mesma, da necessidade de meditar para então tomar decisões. Existem muitos meditadores, pessoas que se permitem o vazio. Mas a grande maioria segue robótica, ouvindo tudo o tempo todo. Música, redes sociais, televisão. É um falatório incessante para fora. Vivemos para fora mais do que vivemos para dentro!

Estamos nos esquecendo de como somos importantes, e que ouvir nosso mestre interior é muito essencial. Queremos ouvir pessoas importantes e minimizamos a nossa própria importância.

Eu acho muito importante me ouvir. Tenho coisas para me revelar, não posso me deixar esquecida em um canto valorizando excessivamente o que está “lá fora”. Vamos vivendo sem observar o que é essencial.

Todo mundo quer acabar tudo rápido. As pessoas dizem nunca ter tempo. Nem sempre tomam sábias decisões por falta de análise prévia das situações.

O mundo vive um frenesi... a tecnologia se impõe. E ela tem um papel absolutamente positivo e fundamental hoje. Afinal, é por conta dela que muitos conhecimentos chegam a lugares distantes.

É a tecnologia que me auxilia a propagar a palavra do Dr. Bach.

Fazer valer nosso direito a quietude, a nossos momentos pessoais, não é radicalizar.

Aliás, radicalizar não é sábio. Viver em extremos não é sábio.

Ando pela rua, observo as pessoas, todas com fone de ouvido, param em locais e balançam as pernas constantemente.

Fazem uma pergunta e não tem paciência para esperar a resposta.

Quietude e serenidade não são vivenciadas no mundo atual.

Quietude não é ausência de velocidade. Você pode realizar uma tarefa com velocidade, mas com observação.

Ser sereno não é ser apático.

Ninguém tem paciência para nada e então o corpo começa a gritar e tentar dizer que algo não está bom.

Surge a gastrite, dores de cabeça, ansiedade, irritabilidade, medo e depressão.

Viva o show que é a vida em toda a sua plenitude, mas se coloque inteiro nessa peça, se aquiete, se observe. Ofereça o silêncio a sua mente.

Seja o observador e o observado diante da sua própria história.

Dr. Edward Bach foi um médico de sabedoria profunda porque tinha a arte da observação de si e do mundo. Ele sabia observar onde faltavam virtudes nele e no mundo. Ele se aquietava para então brotar toda a sabedoria que ele nos deixou como legado.

Cito hoje algumas essências que nos auxiliam no desenvolvimento da quietude física e mental:


White Chestnut

(Aesculus hippocastanum)


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Essa essência descoberta pelo Dr. Bach é indicada para os pensamentos excessivos, indesejáveis, para pessoas que possuem argumentações mentais todo o tempo.

O tipo White Chestnut leva para a cama uma mente conturbada, seus pensamentos vão e voltam em determinados assuntos simultaneamente.

É uma verdadeira tortura mental, visto que o corpo deseja dormir, porém a mente não permite.

A mente atribulada deixa a pessoa propensa a acidentes constantes, frutos de sua distração. É uma prisão no plano mental, são escravos de seus pensamentos.

White Chestnut desenvolve tranquilidade, discernimento, organiza o plano mental e funciona muito bem para jovens em ocasião de vestibular, e mesmo para toda atividade que requeira um pensamento claro e ordenado.


Cidreira

(Cymbopogum citratus)


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Cidreira é a essência floral do sistema brasileiro Saint Germain. Ela é indicada para os casos severos de ansiedade, histerismo, nervosismo e insônia. Atua quando as pessoas não conseguem se desligar das preocupações diárias. Para situações onde pensamos não dar conta de tantos afazeres.

Esse é o floral para reduzir grande nível de stress. Para ter o controle sobre os seus próprios pensamentos.


Impatiens

(Impatiens glandulifera)


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Essa essência inglesa tem a virtude da paciência e da aceitação dos ritmos da vida.

As pessoas que necessitam de Impatiens possuem tensão mental, irritabilidade constante e não possuem paciência com o mundo a sua volta.

Preferem fazer tudo sozinhos, e por vezes podem se “incendiar” com a lerdeza de outras pessoas. Movimentam-se, comem e falam rapidamente.

Essa tensão constante normalmente se manifesta como tensão muscular e dores de cabeça.

Impatiens devolve à pessoa a calma necessária para agir diante da vida, aceitando o ritmo natural dos acontecimentos e das pessoas que lhe cercam.

      

                                                 

 Márcia Correia Figueiredo

Terapia Floral

Astrologia com abordagem psicológica

Radiestesia

Programação Neuro-Linguística

Alimentação Natural

Fitoterapia

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